Alunos com melhor desempenho no curso Jovens Índigo participam de primeiro encontro presencial no Insper

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Evento promovido pela Fundação Índigo, em São Paulo, reuniu participantes de todo o país e incentivou a troca de experiências

Mais de 50 alunos de todas as regiões do país que se destacaram no projeto Jovens Índigo participaram de um encontro presencial na sede do Insper, em São Paulo, no último dia 17. Além das aulas, eles puderam conhecer de perto as instalações do instituto e estabelecer networking com colegas de vários estados brasileiros. O curso teve início no segundo semestre do ano passado e utiliza conteúdos gravados, apresentações online e mentorias para a elaboração de projeto final.

A Fundação Índigo custeou hospedagem, alimentação, deslocamento aéreo, bem como a locomoção dentro da cidade de São Paulo, em reconhecimento aos jovens que mais se dedicaram ao curso de Liderança, com foco em gestão pública e gestão política. Ao todo, a Fundação ofereceu 180 bolsas integrais para pessoas entre 18 e 35 anos de idade.

Para a diretora de Projetos, Ívila Medeiros, a capacitação de jovens lideranças é uma das prioridades da Fundação. “Ao elaborar o planejamento estratégico, ACM Neto foi taxativo sobre o nosso papel de transformar vidas, em especial aquelas que não têm condições de custear uma capacitação. E todos que estão aqui no Insper, hoje, foram selecionados por sua capacidade, empenho e participação”, ressaltou Medeiros.

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Para receber os alunos presencialmente, o Insper organizou uma visita técnica ao instituto e preparou conteúdos especiais. Para falar sobre “Estratégias democráticas para escolha coletiva: vantagens, desafios e limitações”, o Insper designou o professor Thomas Conti. Ao professor Ricardo Paes de Barros coube o tema “Arcabouço para o desenho de políticas públicas”. Já a professora Laura Muller Machado falou sobre “Direito ao trabalho: políticas voltadas à inclusão produtiva”.

“Muito legal essa iniciativa de nos mostrar como funciona a administração pública nos mais diferentes municípios e estados do nosso país, bem como podermos levar uma mensagem sobre a contribuição de cada estado para o fortalecimento do nosso país. Como é o caso da Zona Franca de Manaus, do modelo industrial, do agronegócio, da tecnologia, da bioeconomia e dos mais diferentes modais econômicos do Amazonas”, destacou Nicolas Weber, de Manaus.

Pensamento semelhante tem o baiano Luan Lima, um dos selecionados para participar do encontro em São Paulo. “O curso tem uma importância muito grande, principalmente em relação à interpretação de dados públicos e de indicadores. A gente tem o dever de interpretar esses dados, entender de onde vêm os problemas das nossas cidades e, consequentemente, levá-los à esfera federal. E o curso dá esse embasamento para que a gente proponha novas soluções”.

Clarice Saraiva, de Jundiaí (SP), está desde o início no Projeto Jovens Índigo e tem estudado os nove eixos do curso: Poder e política no Brasil; Desenvolvimento de lideranças políticas; Economia brasileira; Negociação e influência; Comunicação e relações interpessoais; Demandas da sociedade brasileira; Políticas Públicas; Ética na política; e um olhar para o futuro.

“Eu sempre tive algo dentro de mim que dizia que eu precisava me mover para mudar a minha realidade e a realidade de muitas pessoas. O Jovens Índigo caiu como uma luva para mim. Ele abriu a oportunidade de estar aqui em São Paulo, aprimorando meus conhecimentos para levar, quem sabe, uma solução para o futuro do nosso país, da nossa juventude. Obrigada, Jovens Índigo, por me escolher para estar aqui hoje”, celebrou Clarice.

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