Enquete da INDIGO aponta para 63% contra voto impresso.

Em enquete realizada pela Fundação INDIGO do PSL junto aos seus seguidores,
aponta para a maioria desfavorável à inclusão do voto impresso acoplado à urna
eletrônica. Do total de 3.490 votos, quase 63% são contrários e 34% são a favor
da mudança. Ainda, 3% acham que a matéria precisa de mais discussão.
Há argumentos importantes para quem defende ambos os modelos, mas o que
não se pode perder de vista na discussão é que as eleições brasileiras são
referência mundial em termos de operação. Além disso, qualquer proposta de
modificação teria que, necessariamente, representar um resultado melhor do
que o atual na equação efetividade, segurança e custo.
A história das urnas eletrônicas no Brasil se confunde até mesmo com nossa
redemocratização e, em 25 anos de sua existência, não há qualquer indício de
que não seja segura. Vale ressaltar que, mesmo sem o chamado recibo de
votação, a urna eletrônica é auditada de forma muito confiável, seguindo rígidos
padrões internacionais de auditoria eletrônica, além de apresentar os resultados
(e muitas informações estatísticas) de forma muito rápida a um custo
relativamente baixo.
Isso não quer dizer que a busca contínua por melhorias no modelo operacional
das eleições deva ser deixada de lado. A própria urna eletrônica veio para
substituir o modelo de voto puramente impresso, e também passou por
melhorias ao longo dos anos, até chegar a forma que conhecemos hoje. Qualquer
proposta, desde que aponte para mais segurança, mais efetividade e menos
custo, deve ser discutida. A democracia agradece!

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