Todos pelo IUF

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Em uma série de eventos com entidades de classe, o Instituto INDIGO vem
discutindo os impactos da reforma tributária nos diversos setores da economia,
e como a proposta do Imposto Único Federal (IUF) pode reduzir a carga
tributária nos diversos setores.
Após reunião com entidades que representam o setor educacional e o setor de
tecnologia, nesta segunda (21/7), foi a vez de discutir o modelo com a Federação
Brasileira de Hospitais (FBH) e seus impactos no setor de saúde, que atualmente
contribui com 26,37%, somados todos os impostos e contribuições, e que, com a
proposta do PL 3887 em discussão no Congresso Nacional, passaria para 31,76%
em tributos.
Devido ao seu fim social, assim como para o setor da educação, há a discussão
sobre uma alíquota diferenciada para o setor de saúde privada, o que acarretaria
num paliativo que não resolveria o problema. Com uma alíquota de 1,18% sobre
os débitos e créditos financeiros, e somando os tributos estaduais e municipais, a
carga total para o setor de saúde ficaria na casa dos 15%, uma redução de 40%
nos impostos.
A redução da carga tributária proposta no IUF só é possível por causa do modelo
operacional moderno e digital, baseado nas transações eletrônicas que, além de
simplificar o pagamento de impostos, trará um acréscimo de 30% na base
contribuinte, com aqueles que hoje estão em situação de informalidade, evasão,
elisão e sonegação fiscal.
A série de reuniões segue acontecendo junto as entidades que representam os
principais setores econômicos, e visa a formação de uma frente em defesa do
Imposto Único Federal para que, junto com o setor privado e a sociedade,
ofereçam ao país, no âmbito da reforma tributária, um sistema mais racional,
eficiente e justo.

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