“A escola do futuro é muito parecida com a do passado”

O webinário “Como ensinar/educar hoje o cidadão do futuro” promovido pelo ÍNDIGO não poderia ter sido mais instigante. O evento, que é parte do ciclo de diálogos públicos para levantar questões essenciais para o país, contou com a exposição do pesquisador em educação Cláudio de Moura Castro e trouxe as perspectivas para o desenvolvimento da educação no Brasil.

Moura Castro explica que a educação deve servir de bússola da vida, e afirma que “a escola deve ensinar a pensar, fazer o aluno conhecer melhor o mundo, e a profissionalização deve ensinar a atuar neste mundo. Estamos esquecendo da essência da educação, que é ler, escrever, ouvir e falar”. O pesquisador acrescenta que as pautas de uma educação de excelência devem se focar na visão de mundo, na ética e no trabalho em equipe, “são aspectos que toda empresa busca no profissional, e que não aparecem no currículo”, conclui.

Participou do encontro remoto a presidente da Associação Nacional das Universidades Privadas (ANUP) Elizabeth Guedes, que acrescentou que “os alunos que chegam à universidade precisam de uma etapa inicial de nivelamento, tamanho o déficit de aprendizagem”. Já o professor e especialista em inovação Wilson Nobre ressalta: “Temos um contingente de 75 milhões de analfabetos funcionais, que sabem que não querem isso para seus filhos, mas não sabem por onde ir.” O evento contou ainda com a participação do superintendente do Instituto Índigo professor Marcos Cintra.
A conversa foi bem interessante, e você pode assistir na íntegra na tela a seguir.

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